Ao longo da minha trajetória na fé já vi testemunhos de todo o tipo de gente:

  • pessoas que receberam bençãos financeiras, mas que não tinham nadinha de Deus;
  • pessoas que receberam benção financeiras e continuaram firmes, outras que acabaram se perdendo na sua vaidade.
  • pessoas que foram curadas, e que pegaram firme com Deus;
  • pessoas que foram curadas e nunca mais voltaram na igreja;
  • pessoas que foram libertas das drogas, do crime, da depressão, e de muitos problemas;

Toda vez que chegava um pastor novo na igreja, logo ele queria saber o testemunho das pessoas. Quanto mais triste era o passado, mais atrativo ficava o testemunho, tanto para ser contado na igreja, quanto para ser levado a televisão.

O testemunho na igreja tem um objetivo: avivar a fé de quem está ali e mostrar que elas também podem, e atrair novas pessoas para frequentar a igreja em busca também de salvação para sua vida.

Muitas vezes, testemunhos pouco atrativos são deixados de lados. Mas para quem recebeu, aquela benção tem grande valor.

Certa vez, chegou um pastor na igreja totalmente avesso a essa realidade. Ele celebrava pequenas conquistas e grandes também. Porque ele olhava sempre a ótica de quem dava o testemunho, de que havia sido uma grande evolução para aquela pessoa.

Para um empresário, um testemunho de um novo emprego pode parecer um nada. Para quem ficou desempregado 3 anos, um novo emprego representa muito. Era isso que esse pastor enxergava.

O engraçado é que ao final do testemunho ele sempre perguntava para as pessoas “é um bom testemunho?”. As pessoas respondiam que sim.

De fato eu acho que todo testemunho é um bom testemunho, porque testifica que a fé quando usada produz resultados, e o tamanho desse resultado é muito subjetivo.

Não menospreze conquistas, pequenas ou grandes. E lembre-se, grandes coisas acontecem porque muitas outras pequeninas aconteceram antes para proporcionar aquele boom de resultado.

O pastor Claudécio (que falei logo acima) sempre falava ao final do testemunho “e você, vai ficar de bracim cruzado ou também vai agir a sua fé?”.

Aquele pastor com toda sua simplicidade ficou gravado na minha memória e coração. Que a gente jamais nivele pessoas, mas que valorizemos cada universo, seja básico ou avançado, seja pequeno ou grande. O pequeno pra mim, pode ser imenso para outro.

Que neste Jejum de Daniel a gente aprenda a ser mais simples como esse pastor era e celebremos com cada pessoa a sua evolução. E você, vai ficar de bracim cruzado ou vai agir a sua fé? Rsrsrsrs.

Porque Deus vê além das aparências. Medite na letra desta canção!

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