cristiano-araujo-blog-bruno-figueredo

Há 15 dias eu voltava de Campinas para Uberlândia ouvindo a música Thriller do Michael Jackson.

Que delícia de música, ouvi um monte de vezes e com a belíssima paisagem do entardecer me vi refletindo uma expressão que ouço sempre “que não existem pessoas insubstituíveis”. Ao ouvir Michael Jackson cantar, lembrei do jeito único dele dançar e vi um mundo mais triste sem Michael. Quem vai cantar, energizar e atuar como ele? Não tem igual. Pode ter sósia, mas alguém que apenas atua, não vive como Michael, não é o Michael.

Ao refletir e pensar na minha vida, percebi que o dito popular estava errado, pelo menos para mim as pessoas são insubstituíveis sim. Empresas podem ser substituídas, produtos, cargos, funções, mas pessoas não.

Ontem com a morte do Cristiano Araújo, mais uma vez veio a confirmação. Ninguém preenche o lugar de ninguém.

Quem preenche o vazio de uma mãe, de um pai, de um avô ou avó, de um filho?

Quem preenche o lugar do melhor amigo, das amizades de verdade? Quem preenche o lugar de alguém talentoso, único e com mega carisma? Ninguém!

A Hebe se foi e ninguém ficou no lugar dela.

Ninguém substituiu a Xuxa, mas outras surgiram e conquistaram seu espaço.

Hoje posso sim ser categórico ao afirmar que as pessoas são insubstituíveis, principalmente as que eu amo ou admiro.

Por isso, vou aproveitar, expressar e estar sempre perto de quem eu mais amo, para quando for hora de partir, eu tenha aproveitado ao máximo.

A vida é breve, meus caros, e as pessoas insubstituíveis, mais breve ainda.

LEAVE A REPLY