Uma cena corriqueira do dia a dia. “Crédito ou débito?”. Quando tiro aquela notinha de R$100 reais do bolso, quase sempre a atendente pergunta se não tem uma nota menor ou se não tem cartão. As empresas não têm mais dinheiro para voltar o troco. O digital invadiu até nossos meios de pagamento. O dinheiro invisível é mais prático e evita roubos.

Fica mais difícil dever hoje em dia. Quando eu morava em Canápolis, era comum a famosa  “caderneta” na padaria, mercado e lojas. Comprava-se e a pessoa anotava o que foi comprado. Numa determinada data ia lá no comércio e pagava o que foi consumido.

Hoje em dia muitas pessoas vão às igrejas. Em cada quarteirão dá pra contar até 3 igrejas. Os cultos são cada vez mais lotados. As pessoas têm realmente mais fome de um palavra, de um alento para a alma. O que me entristece é que essa multidão quer uma palavra, uma oração, um louvor, mas não quer pagar o preço.  Diferente do mundo comercial, na fé, você paga à vista e ainda terá que pagar diariamente outras prestações. É o preço da salvação, um pagamento diário, que não é em dinheiro, mas em renúncias, perdões e obediência. Você paga um preço, porque Ele já pagou um preço infinitamente maior por você.

Reflita. Será que você não está inadimplente com Deus?

Será que o departamento comercial celestial não tem feito contatos com você? Esses contatos são mensagens de Deus que chegam na sua rede social, pessoas que te convidam a se voltar pra Deus, a entregar sua vida pra Ele. Deus usa a natureza, as situações do a dia, os erros dos outros. Vale tudo pra chamar sua atenção, mas talvez você está recusando negociar com o Criador. Ele só tem uma proposta pra você. É difícil, mas você conseguirá, afinal, quem já pagou um preço mais alto foi Ele. Cabe à você, à vista, pagar esse preço. Não tem como dividir. É à vista, mas vai valer a pena.

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